Desentupidora em Jundiaí 24 horas

Desentupidora em Jundiaí 24 horas

Desentupidora em Jundiaí 24 horas de calhas, sanitários e outros elementos do tipo é fundamental para manter espaços como banheiros, lavanderias e varandas em perfeito funcionamento. Dessa maneira, sempre que estes elementos se encontrarem entupidas, é importante contar com instrumentos para realizar a desobstrução das passagens. Todavia, nem sempre é possível fazer isso por conta próprio, sendo necessária a contratação de uma empresa desentupidora.

Para quem mora em Jundiaí, deixaremos a dica da Desentupidora SP, que funciona 24 horas e pode desafogar muito estresse em momentos difíceis, especialmente para ambientes noturnos, ou mesmo para residências em períodos de feriado ou final de semana. Ao longo do texto, falaremos sobre os problemas que podem ocorrer ao tentar fazer o trabalho por conta própria, as vantagens de contratar uma desentupidora especializada.

Por fim, falaremos sobre elementos que garantem que a contratação de uma empresa desentupidora é a melhor opção. Continue lendo e confira!

Desentupidora em Jundiaí 24 horas

Problemas que podem acontecer quando se tenta desentupir por conta própria

Entre os principais riscos de tentar desentupir um encanamento por conta própria, destacamos: o risco de tornar um problema simples em complexo; uso de produtos químicos de forma equivocada e contato direto com bactérias e vírus.

O primeiro problema ocorre de forma mais comum do que deveria. Sabe aquela máxima do faça você mesmo? Em muitas situações, ela pode ser muito proveitosa e fazer com que se economize muitos recursos. Todavia, em outras situações, como é o caso do desentupimento de encanamentos, essa premissa pode se mostrar bastante equivocada.

Agindo de maneira incorreta, você pode tornar um problema simples em um grande transtorno, criando um problema complexo para o encanamento da sua casa, empresa ou demais estabelecimento. Dessa forma, mais importante do que agir é saber como agir, de modo a adotar uma solução eficiente e de acordo com o problema enfrentado.

Outra questão que ocorre com a manutenção “pelas próprias mãos” do encanamento, como a desentupimento, é o uso incorreto de produtos químicos, que pode gerar problemas tanto no desgaste na peça do encanamento, como gerar acidentes graves para quem faz o manuseio dos produtos — queimaduras, inalação de gases tóxicos e até mesmo cegueira.

Dessa forma, é importante utilizar os elementos químicos de forma adequado, de modo que eles consigam resolver o problema sem gerar ainda mais dano ao encanamento e, mais importante, sem que acidente quem opera o produto.

Desentupidora em Jundiaí 24 horas Desentupidora em Jundiaí 24 horas

Vantagens de contratar uma desentupidora especializada

Uma das principais vantagens que podemos citar é a rapidez. Por ter mais contato com a atividade, as empresas realizam o trabalho de forma muito ágil. Isso torna o serviço muito cômodo para quem contrata, pois logo após contatar o serviço, o problema é resolvido. Contudo, vale destacar que o tempo de resolução do problema varia de acordo com a gravidade do entupimento.

Outro ponto que devemos destacar é o atendimento qualificado, pois os profissionais de uma empresa desentupidora costumam ter bom conhecimento técnico e experiência no ramo, como é o caso da Desentupidora SP. Assim, há a garantia do serviço, que caso não resolva o problema, você pode requerer uma nova contratação ou uma reparação.

Também devemos apontar a vantagem da solução definitiva. Muitas vezes, quando o conserto é feito em sem ajuda de profissionais, o problema torna a voltar não muito tempo depois. Isso ocorre tanto pela falha no diagnóstico do problema quanto pela adoção de soluções inadequadas. Assim, o problema não é resolvido em sua totalidade e pode retornar em não muito tempo.

 

Isso acaba levando a um grande estresse e um acúmulo de gastos com a questão. Dessa forma, é muito melhor resolver o problema de forma definitiva, que passa diretamente pela contratação de uma empresa que tem especialidade no assunto.

Sabe aquele velho ditado de vó que diz que é melhor prevenir do que remediar? Ele não poderia ser mais bem encaixado do que na contratação de uma empresa desentupidora. Às vezes, com o objetivo de não gastar muito, as pessoas tentam resolver problemas dessa natureza por conta própria.

Contudo, acabam metendo os pés pelas mãos, causando estragos piores ao problema inicial, o que leva, invariavelmente, a maiores gastos e a um transtorno bem maior do que o inicial.

Elementos que garantem que contratar uma Desentupidora em Jundiaí 24 horas é a melhor opção

Os principais elementos que garantem que contratar uma empresa desentupidora é a melhor opção são os equipamentos que estas empresas dispõem, assim como as técnicas que utilizam. Muitos desses equipamentos não são encontrados de forma fácil em uma residência, seja pelo valor, seja por conta da mão de obra especializada que é necessária para operá-los.

E, em muitas situações, os equipamentos são cruciais para determinar um bom diagnóstico e uma boa intervenção nos elementos que se encontram entupidos. Além dos equipamentos, é essencial ressaltar os elementos químicos, que servem para corroer os dejetos que estão causando a obstrução do encanamento, sejam eles biológicos ou não.

Nem todos os elementos químicos corrosivos são indicados para esse trabalho, e uma empresa com especialidade nesse tipo de atividade conhece quais são os produtos mais adequados, que atacam o problema sem causar danos aos equipamentos e tampouco à saúde dos seus colaboradores e usuários.

Importância de Contratar uma empresa de Desentupidora 24 horas

Desse modo, tão importante quanto os equipamentos utilizados pela empresa, estão as técnicas de desentupimento, que envolvem tanto o uso dos equipamentos e produtos citados anteriormente, quanto o conhecimento teórico e prático sobre como diagnosticar e resolver o problema. Assim, evita-se uma medida que seja invasiva e desnecessária, agindo sempre buscando o menor dano possível para a estrutura.

Sendo assim, contratar uma empresa desentupidora se faz necessário para não gerar maiores problemas para as instalações hidro sanitárias e de escoamento de águas pluviais. Além disso, contribui para devolver a funcionalidade dos ambientes afetados, como banheiros e lavanderias. Por isso, é importante conhecer e buscar por uma empresa que atue 24 horas, como a desentupidora SP.

Agora que você já sabe a importância de contar com uma empresa desentupidora 24 horas, entre em contato conosco da desentupidora SP! Operamos em Jundiaí e atendemos você a qualquer hora do dia e da noite!

 

Cidades Atendidas em Jundiaí

 

História de Jundiaí

A região de Jundiaí era habitada por povos indígenas até o final do século 17. Eles se dedicavam à produção de milho e mandioca.

Parte da cultura indígena foi incorporada pelos brancos colonizadores, entre elas a técnica construtiva e a utilização de queimadas na lavoura.

Origem do nome

O nome Jundiaí tem origem tupi e vem da palavra “jundiá”, que significa “bagre” e “y” significa “rio”. Alguns estudiosos também consideram o termo “yundiaí” como “alagadiços de muita folhagem e galhos secos”.

O Jundiá – Peixe que deu origem ao nome da Cidade

O Jundiá – Peixe que deu origem ao nome da Cidade

Século 17

Seculo17Os primeiros colonizadores chegaram à região em 1615. Apesar das controvérsias dos historiadores, a versão mais aceita sobre a fundação do município remete à vinda de Rafael de Oliveira e Petronilha Rodrigues Antunes que, por motivações políticas, fugiram de São Paulo e refugiaram-se nos arredores, fundando a Freguesia de Nossa Senhora do Desterro, posteriormente elevada à categoria de Vila em 14 de Dezembro de 1655. Os novos colonizadores afugentaram os grupos indígenas, que se embrenharam na mata. A origem de Jundiaí está ligada diretamente ao movimento bandeirante, principal responsável pela ocupação da antiga Capitania de São Vicente.

Século 18

Ao longo dos séculos 17, 18 e início do 19, a economia da cidade se limitava a pequenas lavouras de subsistência, que abasteciam moradores da vila, tropeiros e bandeirantes. Na época, a região era formada por várias sesmarias pertencentes à Capitania de São Vicente, conhecida como “Portão do Sertão”. Era o caminho de muitas entradas e bandeiras. Durante longo período, a escravidão indígena foi a base da mão-de-obra local, embora essa prática fosse proibida por lei.

Sobre as Ruas centrais de Jundiaí

Naquela época, a cidade tinha quatro ruas centrais, chamadas de Rua Direita (atualmente Barão de Jundiaí), Rua do Meio (Rua do Rosário), Rua Nova (Senador Fonseca) e Rua Boa Vista (Zacarias de Góes). As melhores casas eram de taipa e terra, enquanto os moradores mais humildes usavam o pau a pique, cobertas por sapé. A insurgente localidade possuía a Capela de Nossa Senhora do Rosário (hoje no local está o Gabinete de Leitura Rui Barbosa), o Hospício dos Beneditos e o Mosteiro de São Bento, um dos poucos monumentos sobreviventes. Naquela época, o abastecimento de água era feito de modo rudimentar, por meio de bicas públicas. Candeeiros de querosene eram responsáveis pela iluminação. Eles ficavam suspensos nas paredes, acesos no final da tarde e apagados ao raiar do sol.

 

Um dos pontos comerciais mais movimentados era o Largo do Rocio, que deu lugar atualmente à Praça da Bandeira. Dentre as atividades agrícolas, a cana-de-açúcar era o destaque, mas a produção era utilizada para a fabricação de aguardente.

Em meados do século 18, o número de escravos indígenas e de escravos de origem africana já era praticamente o mesmo, mas a partir da segunda metade deste século, a quantidade de africanos se intensificou, até que a mão-de-obra indígena foi totalmente abandonada. À medida que o número de africanos aumentava, também cresciam os focos de resistência. Há poucos registros históricos sobre a vida destes trabalhadores. Em 28 de Março de 1865 Jundiaí foi elevada à categoria de cidade.

Século 19

Seculo19A partir da segunda metade do século 19 a produção cafeeira ganhou força para o oeste e isso promoveu o crescimento da cidade. Jun com o café vieram a ferrovia e as indústrias. A Ferrovia Santos-Jundiaí foi inaugurada em 1867, época em que se observava a crise do escravismo e a consequente alta do preço do escravo. Neste contexto, os grandes produtores rurais passaram a buscar novos trabalhadores e teve início o amplo processo de imigração, com a participação direta do Governo Federal.

 

Os primeiros foram os italianos, que se instalaram preferencialmente na região da Colônia, no Núcleo Barão de Jundiaí, implementado pelo então presidente da Província de São Paulo, Dr. Antônio de Queiroz Telles (Conde de Parnaíba), filho do Barão de Jundiaí. Depois, outros europeus foram instalados no comércio e na lavoura e alguns passaram rapidamente de colonos a proprietários, incrementando a atividade agrícola. A imigração estimulou o crescimento comercial e industrial e, ainda, do segmento de serviços e infra-estrutura urbana.

Enquanto isso, Jundiaí ia se destacava como uma cidade estratégica no setor ferroviário, com a instalação da Ferrovia Santos-Jundiaí (em 1867), a Cia. Paulista de Estradas de Ferro (em 1872), da Cia. Ituana (em 1873), da Cia. Itatibense (em 1890) e a Cia. Bragantina (em 1891).

Século 20

Seculo20De acordo com censo realizado pelo Governo Federal, em 1920 Jundiaí possuía uma população de 44.437 habitantes. O abastecimento de água foi implantado em 1881. A energia elétrica chegou em 1905 e o telefone em 1916. Os imigrantes, de origem oriental, principalmente os japoneses, chegaram na cidade nas décadas de 20 e 30.

O processo de industrialização de Jundiaí acompanhou as vias de circulação. Com isso, as indústrias se concentravam nas regiões próximas à ferrovia e às margens do Rio Guapeva, atendendo principalmente os segmentos têxtil e cerâmico. Nos anos 30 e 40, ocorreu novo impulso industrial e após a inauguração da Rodovia Anhanguera, em 1948, mais empresas procuraram a cidade, aproveitando também a abertura da economia ao capital estrangeiro em 1950. Foi nesta época que vieram para o município as indústrias metalúrgicas. Por tudo isso, pode-se dizer que Jundiaí nasceu com uma forte aptidão para o trabalho e o desenvolvimento.

Fim do trabalho escravo em Jundiaí

Com o fim do trabalho escravo no País, os grandes senhores da terra de São Paulo passaram a investir na mão de obra dos imigrantes europeus, que fugiam dos horrores da guerra. Jundiaí recebeu grande números de italianos e, para abrigar as famílias de imigrantes, foram criados na cidade, por iniciativa do presidente da Província de São Paulo, Antônio de Queiroz Telles, o Conde do Parnaíba, quatro núcleos coloniais, entre eles o “Barão de Jundiaí”, que deu origem ao bairro da Colônia.

Em 1887, 22 colonos italianos chegaram ao núcleo “Barão de Jundiaí” e, em poucos meses, esse contingente chegava a quase 100 pessoas. O cotidiano não era nada fácil: chegavam ao Brasil apenas com as roupas do corpo e poucos bens, sendo que as passagens foram subsidiadas pelo Governo brasileiro. Com trabalho, as famílias italianas foram criando seus próprios meios de subsistência, cultivando terras, criando seus filhos. Muitos grupos conseguiram comprar pequenos lotes, montaram armazéns, organizaram varias culturas, principalmente de milho, feijão, arroz, batata, legumes, frutas, especialmente uva.

A Chegada dos Imigrantes Italianos no Bairro da Colônia

Onde hoje é o atual espaço da Festa della Colonia Italiana, guarda-se a história de um dos períodos mais importantes da imigração italiana em Jundiaí, como parte da memória ainda viva na lembranças dos descendentes e registrada em livros e documentos de grande valor histórico.

Núcleo Colonial Barão de Jundiaí

Núcleo Colonial Barão de Jundiaímagem Núcleo Colonial Barão de Jundiaí. Depois que o imperador D.Pedro II ordenou às províncias a criação de núcleos coloniais, o então Presidente da Província de São Paulo, Antônio de Queiroz Telles – o Conde do Parnaíba – criou quatro núcleos, entre eles “Núcleo Colonial Barão de Jundiaí”, em 4 de outubro de 1886, atual região do bairro da Colônia.

Núcleo

Os núcleos deveriam estar situados em locais que permitissem facilidades de transporte dos produtos do mercado, possuir terra fértil para receber as culturas tradicionais das províncias e boas para a pastagem, além de oferecer condições naturais para serem trabalhadas por meios mecânicos. O imigrante destinado ao Núcleo Colonial não passava pela Hospedagem do Imigrante na capital, e contava com passagem livre nas ferrovias e com abrigo no núcleo escolhido.

Companhia Paulista

Através da sua economia, o Núcleo Colonial Barão de Jundiaí relacionou-se intensamente com a cidade, ampliando seus contatos comerciais com a capital. Teve ainda disponibilidade de mão-de-obra considerável que, constantemente, era absorvida pelas ferrovias e indústrias de Jundiaí, como por exemplo a Companhia Paulista de Estradas de Ferro.

A Árvore Lendária

A Árvore Lendária“A Figueira”, árvore que existiu na região central da Colônia onde hoje se localizam as cantinas, foi considerada o maior símbolo deste núcleo colonial, e tornou-se lendária ao cumprir, nos primeiros tempos, a função de “alojamento” dos imigrantes. Segundo depoimentos, as famílias permaneciam sob a figueira protegidas por panos, lençóis e barracas, enquanto esperavam a liberação de seus lotes. Citada em versos, livros, história e estórias, “a Figueira” permanece na memória da cidade, remetendo aos primeiros tempos dos imigrantes, ao seu contato com as terras novas, depois de uma viagem dura, carregada de emoções e de fatos dramáticos.

“Fazendinha”

Núcleo foi implantado numa área de 221 alqueires, denominada “Fazendinha”. As estradas foram executadas seguindo as curvas de nível do terreno e na parte central urbana foram destinadas áreas para Praça, Igreja, Escola, além da área municipal.

A Ferrovia

A FerroviaAtreladas do ciclo do café, a chegada da ferrovia e a urbanização impulsionaram Jundiaí ao desenvolvimento industrial. A Estação Ferroviária de Jundiaí foi inaugurada após sete anos de obra, em 1867. Denominada de São Paulo Railway, ela ligava a cidade portuária de Santos a São Paulo e Jundiaí.

Foi também nessa época que o imigrantes – a maioria de italianos – começaram a chegar na cidade e fincar suas raízes.

Jundiaí era última estação da estrada de ferro de Santos. Em 1872, foi inaugurado o trecho da Companhia Paulista.

O que aconteceu em julho de 2005

Em julho de 2005, a administração assinou uma carta de intenção para restauro e adequação da estação, que deverá ocorrer numa parceria entre a Secretaria de Transportes Metropolitanos e a Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM).

Para preservar a memória das estradas de ferro paulistas, foi criado, em 1979, o Museu Ferroviário, localizado na Avenida União dos Ferroviários, e que recebe o nome de “Barão de Mauá”, uma homenagem ao pioneiro do transporte ferroviário nacional, Irineu Evangelista de Souza. O acervo reúne livros, revistas, periódicos e muitas fotos históricas, bem como documentos relevantes da ferrovia. A visitação é aberta ao público em geral.

As Grandes Festas

As Grandes FestasCom grande vocação agrícola, Jundiaí se despontou no cenário nacional com a produção de uvas de mesa, especialmente a niágara rosada. E para estimular ainda mais os produtores, foi criada a Festa da Uva em 1934, idealizada por Antenor Soares Gandra, com o apoio da Associação Agrícola de Jundiaí e Prefeitura. O evento foi centralizado no já extinto Mercado Municipal e marcou o Município. A festa continuou a ser realizada e com periodicidade de três anos, sendo que, em alguns períodos, o evento foi realizado de maneira mais espaçada. A partir de 1964, o evento passou a ser realizado ano sim, ano não, sempre em anos pares, alternando com a Festa do Morango. O local é o Parque Comendador Antonio Carbonari, mas conhecido como Parque da Uva.

A primeira Festa do Morango foi realizada em 1965, no bairro do Poste. Depois com o crescimento da participação dos agricultores e do publico, o evento foi transferido para o Parque Comendador Antonio Carbonari.

Jundiaí Hoje

Aos poucos, tanto os imigrantes como seus descendentes foram se integrando à comunidade jundiaiense. Hoje, mais de 75% da população de Jundiaí é descendente de imigrantes italianos, que constituem uma das maiores colônias em todo o Brasil.

Na primeira metade do século 20, Jundiaí descobriu a sua vocação industrial, que perdura até hoje, pois a cidade possui um dos maiores parques industriais da América Latina.

Jundiaí destaca-se, atualmente, no desenvolvimento das áreas cultural, educacional, tecnológica e ambiental. A indústria do lazer também aquece a economia da cidade, com a instalação de parques temáticos que atraem turistas e geram empregos.

O aniversário da cidade é comemorado em 14 de dezembro.

Leave a Reply

Your email address will not be published. Required fields are marked *